Agentes de código com AI precisam de observabilidade antes de ganhar mais autonomia

A pergunta principal já não é se AI consegue escrever código útil. Em muitas equipes, isso já aconteceu. O desafio agora é observar o que o agente fez, quais ferramentas usou e por que chegou a determinada mudança.
É aí que entra observabilidade. Olhar apenas o diff final não basta. Times precisam de traces, logs, grafos de execução e pontos de controle para tratar esses agentes como parte real da infraestrutura.
Evals pertencem ao mesmo stack. Sem avaliação repetível, dashboards não viram confiança operacional. O que importa é o desempenho do agente dentro do codebase real da empresa.
Se a autonomia vai crescer, observabilidade deixa de ser opcional. Ela vira o requisito para uso responsável e escalável.